domingo, 3 de abril de 2016

Apoio a Lula faz aprovação de Paes despencar de 65% para 25%

Apoio a Lula faz aprovação de Paes despencar de 65% para 25%

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Eduardo Paes e Lula
Cariocada, apoiar Dilma e Lula aqui no Rio está virando quase um crime. Veja só uma pesquisa que o Blog do Camaroti/G1 trouxe, após o vazamento da conversa de Lula (PT) e Eduardo Paes (PMDB), aquela que ele se diz um soldado do ex-presidente, sua popularidade teria despencado de 65% para 25%. É o que diz, de acordo com Camaroti, uma pesquisa interna do PMDB. Também não deve ter ajudado chamar Maricá de lugar de pobre, né?

Outra pesquisa mostraria Pedro Paulo em último entre o eleitorado feminino

eduardo paes e lula sintese news
E não para por aí as más notícias para o prefeito do Rio, em seu blog, a jornalista Anna Ramalho, diz que uma pesquisa de consumo interno também mostra uma situação péssima, horrível, hedionda para Pedro Paulo (PMDB) o amigo de longa data e pré-candidato a prefeito do Rio pelo grupo de Eduardo Paes.
No levantamento com 800 eleitores Pedro Paulo estaria em SÉTIMO lugar entre os 800 entrevistados. E se for entre o eleitorado feminino, ainda pior, em ÚLTIMO lugar!!!!
É prefeito, tá na hora de escolher outro candidato…

Veja os deputados indecisos sobre o impeachment

Vazamento de dados sobre paraísos fiscais expõe envolvidos na Lava Jato

Vazamento de dados sobre paraísos fiscais expõe envolvidos na Lava Jato

Nos vazamentos, há ao menos 57 brasileiros envolvidos com lavagem de dinheiro

A investigação mundial 'Panamá Papers' foi divulgada pela imprensa neste domingo

Eduardo Cunha em Brasília, dia 28 de março.  AFP
Acaba de ser divulgada uma investigação jornalística mundial sobre a Mossack Fonseca – empresa do Panamáque se dedica à abertura de offshores no exterior – que revela uma ampla listagem de políticos e outras personalidades públicas que mantêm seu dinheiro (de maneira ilegal ou lícita) em paraísos fiscais.
reportagem, uma iniciativa do Consórcio Internacional de Jornalismo Investigativo, com a participação de veículos de mídia brasileiros, contém mais de 11 milhões de documentos de cerca de 200.000 offshores ligadas a pessoas de uns 200 países. Entre eles, está o Brasil, cujas investigações sobre o esquema de corrupção da Petrobras contribuíram com o vazamento de dados confidenciais da Mossack Fonseca – já que o escritório brasileiro da empresa foi alvo da 22a fase (Triplo X) da Operação Lava Jato.
Aparecem entre os envolvidos nos chamados "papéis do Panamá" os nomes do Presidente da Câmara de Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), do usineiro e ex-deputado federal João Lyra (PTB-AL) e do ex-ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA). A força-tarefa da Lava Jato investigou o escritório brasileiro por conta da suspeita de que a Mossack estivesse ajudando o ex-presidente Lula a ocultar a verdadeira propriedade do tríplex do Guarujá. Mas seu nome não apareceu entre os clientes da empresa panamenha até o momento.
Ao menos 57 brasileiros já relacionados à investigação da Polícia Federal aparecem nos documentos, ligados a mais de cem offshores criadas em paraísos fiscais. Duas delas, por exemplo, foram criadas pela Mossack para Luiz Eduardo da Rocha Soares e Olívio Rodrigues Dutra, acusados de operar contas secretas da empreiteira Odebrecht. Há ainda nomes desconhecidos dos investigadores brasileiros, que deverão somar-se ao processo capitaneado por Sérgio Moro no Ministério Público do Paraná.
Por meio de sua assessoria, Eduardo Cunha negou ser proprietário de qualquer empresa offshore. “O presidente Eduardo Cunha desmente, com veemência, estas informações. O presidente não conhece esta pessoa [David Muino, intermediário de uma companhia que se chama Stingdale Holdings Inc] e desafia qualquer um a provar que tem relação com companhia offshore”.
mais ampla reportagem global sobre empresas em paraísos fiscais, conduzida por 109 veículos jornalísticos em 76 países, teve início quando uma fonte forneceu os documentos ao jornal alemão Süddeutsche Zeitung. No Brasil, participam da investigação o jornal Estado de S.Paulo, o UOL e a Rede TV.

sábado, 2 de abril de 2016

"No vale-tudo para escapar do impeachment governo vai distribuir R$ 50 bilhões em emendas e negociar 600 cargos, além de R$ 1 milhão por cada voto favorável e R$ 400 mil para o parlamentar que se prestar ao covarde papel de se ausentar da votação"

Balcão de negócios

"No vale-tudo para escapar do impeachment governo vai distribuir R$ 50 bilhões em emendas e negociar 600 cargos, além de R$ 1 milhão por cada voto favorável e R$ 400 mil para o parlamentar que se prestar ao covarde papel de se ausentar da votação"

Mel Bleil Gallo
Em desespero para impedir a oposição de alcançar os 342 votos necessários para apeá-la do poder, a presidente Dilma Rousseff transformou corredores e gabinetes da Câmara dos Deputados e do Palácio do Planalto em verdadeiros balcões de negócios. A exatos 6,5 quilômetros do Congresso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também participa da articulação e seu quarto de hotel foi convertido em sala de negociações, por onde passam a toda momento ministros e lideranças partidárias. No vale-tudo para escapar do impeachment, a presidente e o antecessor sem qualquer pudor entregam tudo para quem se dispor a ajudá-los a permanecer no poder.
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O governo tem negociado até o que não tem. No contexto da crise econômica atravessada pelo País, o que Dilma e Lula promovem a céu aberto é, para dizer o mínimo, escandaloso: são mais de 600 cargos em jogo e R$ 50 bilhões em emendas parlamentares, valor correspondente a quase duas CPMFs. Nos últimos dias, emissários do Planalto buscaram uma abordagem individualizada junto aos deputados. Por cada voto favorável ao governo estariam sendo oferecidas emendas de até R$ 1 milhão para a construção de obras no reduto eleitoral de cada parlamentar. Já para quem simplesmente se prestar a faltar à votação, o valor seria de R$ 400 mil. Inclusive, como raros são os aliados que acreditam que o Planalto vá conseguir os 172 votos necessários para manter a chefe do Executivo no cargo, a aposta principal será justamente essa: jogar todas as fichas na tentativa de esvaziar o quórum pró-impeachment. Oposicionistas estimam que cerca de 40 votos estejam ameaçados com possíveis abstenções. Em tom irônico, o deputado Vítor Valim (PMDB-CE) chegou a discursar em plenário, alertando o Departamento Médico da Câmara para um possível surto de virose entre os deputados, no dia da votação, prevista para a segunda semana de abril, que causaria o “desaparecimento” de congressistas. “Parece que uma grande bactéria vem aí”, denunciou o cearense o que, de fato, seria mais um escárnio, como se a população não fosse entender a jogada. É o óbvio ululante. Os eventuais ausentes da votação do impeachment incluem-se no mesmo grupo dos que dizem “não” ao afastamento de Dilma, com uma diferença crucial: os que faltarem virarão as costas de maneira covarde à população.
Para sobrar dinheiro para o despudorado toma lá, da cá, que um dia em entrevista em rede nacional Dilma jurou ter abolido das práticas governamentais, o governo tampouco hesita em sacrificar suas principais bandeiras. Cortou R$ 4,27 bilhões da Educação e diminuiu em mais R$ 3,21 bilhões os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), carro-chefe da campanha presidencial, segundo o decreto de programação orçamentária divulgado na última quarta-feira 30, no Diário Oficial da União. O ministério da Saúde também sofreu uma redução emblemática, de R$ 2,37 bilhões. Isso tudo para preservar bilhões previstos em emendas parlamentares para 2016.
Com o desembarque do PMDB do governo, o Planalto também se vale de sete novos ministérios e cerca de 600 cargos de segundo e terceiro escalão para negociar. Os mais beneficiados devem ser siglas como PP, PR, PSD, PDT, PTB, PRB, PROS e alguns nanicos que, juntos, podem garantir a Dilma até 200 votos. Já o PT, partido da presidente, e o PCdoB, seu aliado fiel, correm o risco de perder mais espaço no governo para fortalecer essas siglas. Mas isso não importa, nem mesmo para o PT, quando o objetivo principal é a de se manter a todo custo no comando do Planalto. No raciocínio petista, eles perdem agora, para ganhar mais à frente.
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Cada vez mais encrencado na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, o PP pode acumular o Ministério da Saúde, oferecido ao senador Ciro Nogueira (PI), com o comando da Integração Nacional e ainda pleiteia a presidência da Caixa Econômica Federal e do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs). Já o PR, que hoje controla o Ministério dos Esportes, até o momento é o mais cotado para assumir também a pasta de Minas e Energia.
Filho do senador paraense Jader Barbalho, o ministro de Portos, Helder Barbalho (PMDB-PA), deve seguir no cargo. Ambos buscam manter o apoio do PT para vencer a disputa pelo governo do estado do Pará, em 2018. Aliado do líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), o ministro de Ciência e Tecnologia, Celso Pansera (PMDB-RJ), também tem chances de seguir no posto. O mesmo vale para a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), referência sobretudo na bancada ruralista e amiga pessoal de Dilma, que deve permanecer à frente da Agricultura. Ao todo, os três ministérios somam um orçamento de R$ 28,7 bilhões. O PRB já abandonou Dilma, mas o senador Marcelo Crivella entrou de cabeça nas negociatas para, talvez quem sabe, garantir uns votinhos para Dilma. Em contrapartida, acertou com o governo a redução de impostos para templos religiosos.
Um dos nós ainda não desatados é sobre como acomodar o PSD, que reivindica mais espaço para além do Ministério das Cidades, atualmente nas mãos de Gilberto Kassab (SP). O nome favorito do Planalto é o do ex-ministro Guilherme Afif Domingos, que poderia assumir a Secretaria da Aviação Civil. O baixo orçamento da pasta, com apenas R$ 600 milhões, somado à visão de que Afif seria uma indicação de Dilma e não da bancada, emperram as negociações. Não apenas isso. Nos bastidores, Kassab já avisou extraoficialmente que será o próximo a abandonar o barco.
Fotos: Marcos Oliveira/Ag. Senado; Adriano Machado/AG. ISTOÉ; Moreira Mariz/Ag. Senado 

Porque prefiro Uber ao Táxi 11

Porque prefiro Uber ao Táxi

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Uber x Taxi
O leitor do Diário do Rio, Bruno Bagetti, no post sobre a manifestação de hoje na nossa fanpage, deu uma resposta linda de porque prefere o Uber ao Táxi. Não tinha como não reproduzir, ele explicou em poucas linhas o porquê do Uber fazer tanto sucesso.
Queridos taxistas,
Lembra aquele dia em que eu quis fazer uma corrida do Fonseca até São Gonçalo e você disse que em SG você nao ia? E quando você não tinha troco e ficou com o meu?
Lembra quando eu quis fazer uma corrida curta e você disse “ahhh pega o próximo” e pediu pra eu descer.
Lembra aquele dia que o taxímetro deu 50 reais e você do nada tirou uma tabela onde informava q na verdade eu deveria pagar 70?
Lembra quando eu estava na rodoviária e você só pegava corridas para a Zona Sul? Ou quando eu estava no aeroporto e pra chegar em casa eu deveria pagar quase o mesmo que paguei na passagem de avião?
Então amigão, cada vez que qualquer um de vocês fizeram esse tipo de coisas vocês estavam dando de presente um cliente pro Uber. Entendo que estejam revoltados e exigem legalidade, mas essa legalidade não foi utilizada nem por muitos de vocês que utilizam taxímetro adulterados e essa tabelas loucas.
Entendo a revolta de vocês, eu também estaria revoltada se por anos eu tivesse oferecido um serviço ruim e apenas pra quem eu queria e que do nada eu me visse obrigada a repensar em tudo isso.
Bem, o Uber pensou e solucionou o problema de uma população que estava sedenta por qualidade. O Uber tem placa cinza, mas também tem seguro pra passageiro.
O principal o Uber não escolhe passageiro, não escolhe destino, você tem a chance de avaliar o motorista. Posso dizer q o Uber atende quem o taxista não queria atender e por quem hoje vocês estão protestando para reconquistar na marra e não com qualidade.

Rio de Janeiro vira vítima de chantagem dos taxistas

Rio de Janeiro vira vítima de chantagem dos taxistas

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Trânsito fica parado na Zona Portuária do Rio devido a protesto de taxistas
O Rio de Janeiro se tornou refém de uma categoria profissional em um ato nunca visto antes na cidade, os taxistas decidiram que para defender(?) sua categoria contra o Uber deveriam tornar a cidade refém deles. Então decidiram neste 1º de abril parar o Rio. Escute os áudios de taxistas em grupos de whatsapp:
Enquanto devemos defender todas as manifestações de caráter democráticos, chantagear uma cidade inteira está longe de ser algo dentro do Estado de Direito. É como se eles dissessem, ninguém entra ou sai do Rio até que atendam nossas reivindicações.
Esta é praticamente uma atitude terrorista e que deveria ter tido uma resposta policial a altura. A falta de atitude das forças de segurança do nosso estado mostra o COMPLETO despreparo do Rio para receber uma Olimpíada. Já pensou se uma manifestação desta acontece durante os Jogos?
E não é só a manifestação, alguns taxistas se acham no direito de pararem carros pretos para saber se são do Uber e também foram registrados casos de coação e até depredação de outros táxis que não quiseram participar do protesto. Ou seja, eles tomam para si um direito da polícia e, mesmo assim, um direito bastante limitado. E se são Uber preparem-se para atos de violência.
Como exemplo, hoje em uma reportagem da Globo um policial a paisana estava dentro de um carro preto e só pôde prosseguir porque mostrou seu documento!!!! E enquanto isso, um PM no local como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo.
O dia de hoje então mostra aos cariocas, a total ausência de um Poder do Estado, seja o municipal com o prefeitoEduardo Paes (PMDB) ou no governo estadual com o governador Dornelles (PP).

E o UBER dá desconto nas viagens de hoje

UBER Black
Como os táxis estão nas manifestações o UBER preparou uma ação para que o carioca não perca seu tempo. Então as viagens Uber iniciadas ou finalizadas nas áreas das principais conexões de transporte público da cidade, terão R$20 de desconto*.
COMO FUNCIONA
  • Abra o aplicativo hoje (1 de Abril de 2016)
  • Selecione entre as opções uberX e UberBLACK
  • Quando o endereço de início ou término da viagem for um do locais abaixo, você ganhará R$20 de desconto.
  • O desconto será aplicado automaticamente para viagens que comecem OU terminem no locais indicados abaixo.
  • Cada usuário tem direito a UMA viagem com desconto, no dia 1 de Abril de 2016, entre 07:00h e 18:00h.
  • O desconto é válido apenas para sexta-feira, 01/04/16.
Detalhes:
O valor da viagem será o mesmo do uberX ou UberBLACK, com desconto de R$20 sobre o preço final da viagem. O desconto será aplicado automaticamente para viagens que comecem ou terminem nos locais abaixo:
  • Estação de metrô General Osório (Ipanema)
  • Estação de metrô Sans Peña (Tijuca)
  • Estação de metrô Central do Brasil
  • Terminal Alvorada
  • Estação de trem de Madureira
  • Estação das barcas na Praça XV
  • Estação de Metrô Nova América
  • Estação de Mêtro Pavuna
  • Estação das Barcas em Niterói
  • Terminal do BRT Santa Cruz
  • Terminal do BRT Campo Grande
  • Terminal do BRT Campo Grande
  • Terminal do BRT Ilha do Fundão
  • Terminal do BRT Taquara
  • Terminal do BRT Tanque
  • Terminal de Ônibus da Ribeira
  • Terminal de Ônibus do Terreirão – Recreio
  • Terminal de Ônibus Américo Ayres – Meier