quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Receita de Picolé de coco caseiro

Receita de Picolé de coco caseiro

 
Foto - Receita de Picolé de coco caseiro

Ingredientes

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lata de creme de leite
  • 100g de coco ralado
  • 200 ml de leite de coco
  • 1 xícara e meia de leite




Modo de Preparo


Bata todos os ingredientes no liquidificador até ficar com uma consistência cremosa. Enforme os picolés e deixe no congelador por muito tempo. Não consigo precisar por quantas horas, vai depender da potência do seu congelador. O meu é muito bom e na potência máxima os picolés ficaram prontos de um


dia para o outro. Se você não tiver formas de picolé, dá para colocar o creme em copos plásticos descartáveis, adicionando os palitinhos quando a mistura já estiver mais firme (para garantir que o palito fique no meio). Para desenformar, basta rasgar o copinho ou esquentá-lo um pouquinho com as mãos. Mais fácil impossível! E se você gosta de chocolate, dá pra rechear com pedaços do seu chocolate favorito ou cobrir o picolé com chocolate ralado ou em calda.

Comissão do impeachment aprova relatório que pede julgamento de Dilma Rousseff

Comissão do impeachment aprova relatório que pede julgamento de Dilma Rousseff
Redação SRZD

Por 14 votos a 5, a Comissão do Especial do Impeachment do Senado aprovou o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), favorável ao prosseguimento do processo e ao julgamento da presidente afastada Dilma Rousseff por crime de responsabilidade. Com isso, a comissão encerra os trabalhos que se arrastaram ao longo de mais de 100 dias.
Como já havia antecipado que faria desde que assumiu o colegiado, o senador Raimundo Lira (PMDB-PB) foi único que não votou.
Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil
Na próxima terça-feira, dia 9, o mesmo relatório será votado pelos 81 senadores no plenário da Casa. A sessão será presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski.
Para o relatório ser aprovado em plenário, são necessários votos da maioria simples dos parlamentares, ou seja, metade mais um dos presentes à sessão. Caso os senadores decidam pela continuidade do processo, Dilma será julgada no fim do mês, em data ainda a ser definida.
No julgamento final, os senadores terão de decidir se Dilma Rousseff será afastada definitivamente do cargo e ficará inelegível por oito anos. Para aprovação, são necessários, no mínimo, 54 votos, em votação no plenário do Senado.
Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 2 de agosto de 2016

7 segredos do espiritismo que te deixarão impressionado

7 segredos do espiritismo que te deixarão impressionado

CURIOSIDADES | HISTÓRIA |  29 de julho de 2016 por Magno Oliver
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O espiritismo é uma doutrina de cunho filosófico-religioso voltado para o aperfeiçoamento moral do homem por meio de ensinamentos passados por espíritos desencarnados que conseguem se comunicar com os vivos, especialmente, por meio dos médiuns.
Ele é uma das doutrinas mais praticadas e seguidas no Brasil. Você sabe quais são asreligiões 100% brasileiras que talvez você ainda não conheça? Aqui no site da Fatos Desconhecidos, nós já exibimos para você quais são elas.
Quais segredos o espiritismo esconde? Nossa redação da Fatos Desconhecidos separou para você uma listinha com alguns segredos sobre essa doutrina de cunho filosófico-religioso que vai te deixar impressionado. Confira:

1 – Allan Kardec e o “Dicionário Larousse” em 1876

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De acordo com a edição de 1876, do “Dicionário Larousse”, Allan Kardec já foi descrito como um sujeito que difundiu uma epidemia de supranaturalismo na Europa e criou uma doutrina moral fundada em “quiméricas manifestações de espíritos”.
O dicionário tinha um verbete sobre o espiritismo e o descrevia como uma prática que tratava a crença como uma doença mental. Tempos depois o conteúdo foi corrigido.

2 – O princípio do espiritismo

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A historiadora Mary del Priore, no livro “Do Outro Lado”, conta que “No Império brasileiro não foi diferente. A imprensa usava suas páginas para contar histórias exemplares contra o espiritismo“. “O Apostolo”, jornal da época, alegava que o espiritismo era uma falsa religião que misturava panteísmo com ignorância.
A ciência tem um laço forte com o espiritismo, uma espécie de ponte responsável por nortear os estudos iniciais nessa doutrina. Isso porque Allan Kardec começou seu trabalho de pesquisa com manifestações mediúnicas por meio de uma orientação científica baseada em métodos usados no âmbito da matéria.

3 – O espiritismo busca conhecimento na ciência para ajudar seus seguidores

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Como a fé é um refúgio para pessoas que sofrem com depressão, por exemplo, líderes espíritas procuram cursos de psicologia para ajudar as pessoas por meio de embasamento científico.

4 – Machado de Assis e o espiritismo

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Em meados de 1870, Machado de Assis afirmou que o espiritismo era uma fábrica de idiotas e alienados e usou seus contos “Quincas Borba”, “O Alienista” e “Uma Visita de Alcebíades” para fazer sátiras ao comportamento da comunidade espírita.

5 – O Espiritismo tem uma visão aberta e moderna de mundo

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De acordo com Alexandre Caldini, autor do livro “Espiritismo”, em entrevista à Livraria da Folha de São Paulo, “Pelo modo que o espiritismo foi elaborado, ele tem uma visão de mundo muito mais aberta, muito mais eclética, muito mais holística.”

6 – Como ele enxerga o corpo humano

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Segundo afirmam, os espíritas consideram o corpo humano apenas como uma espécie de “casca, um invólucro passageiro, um veículo útil no desenvolvimento das virtudes da verdadeira vida do espírito. Por isso, a maneira como nos vestimos, a cor de nossa pele ou a opção sexual têm pouca relevância: são elementos transitórios, o importante é o eterno.”

7 – Crença dos espíritas

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De acordo com uma pesquisa do Instituto DataFolha, 44% dos espíritas acreditam na existência do Diabo, enquanto que 50% deles não acreditam em sua existência.
Quando perguntados sobre reencarnação, o instituto constatou que 93% deles acreditam nesse processo que diz respeito à vida. A pesquisa também constatou que o espiritismo é a religião que mais se encontram ex-católicos. 82% das pessoas afirmaram que antes de se tornarem espíritas, já seguiram o catolicismo.
O que você achou destes segredos? Mande seu comentário para gente!
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

7 coisas que você já ouviu sobre a Idade Média que na verdade são mitos

7 coisas que você já ouviu sobre a Idade Média que na verdade são mitos

HISTÓRIA |  1 de agosto de 2016 por Julia Marreto
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Quando falamos sobre Idade Média tendemos a acreditar em certas coisas que vieram até nós através dos filmes hollywoodianos. Mas, muitos desses mitos sobre a Idade Média que, em nenhum momento passou por nossa cabeça que pudesse, na verdade não são reais.
O período inteiro da Idade Média durou mais ou menos mil anos, desde o século V até o século XV (fim do Império Romano em 476 e o descobrimento das Américas em 1492, respectivamente). A ideia de que foi uma época de obscurantismo não nos abandona mas, se estudarmos um pouco mais, veremos que nem tudo foi como nos contam.
Obviamente, a religião tinha um grande peso na vida das pessoas, mas as pessoas viviam, se apaixonavam, comiam normalmente, como veremos a seguir. A probabilidade de termos essa visão por conta dos escritores ligados à Reforma Protestante, que atacaram duramente o catolicismo nessa época.
É importante lembrarmos que não temos o objetivo de julgar, criticar, muito menos impor verdades absolutas. Nosso objetivo é único e exclusivo de informar e entreter, por isso o conteúdo dessa matéria está destinado àqueles que se identificarem.
Para que não estejamos sempre (apenas) de um lado da história, a redação da Fatos Desconhecidos selecionou essa listinha com X coisas que você já ouviu sobre a Idade Média que na verdade são mitos. Confira:

7 – Na Idade Média acreditava-se que a Terra era plana

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Foi Nicolau Copérnico quem formulou a teoria heliocêntrica do Sistema Sola, ou seja, um conjunto de planetas em órbita ao redor do Sol. Quando morreu, seus livros foram inseridos no Index Librorum Prohibitorum – ou Índice dos Livros Proibidos (em tradução livre), foi uma lista de publicações literárias que durante um período foram proibidas pela Igreja Católica -, como única punição.
Praticamente todos os estudiosos medievais sabiam que a Terra era esférica, conceito esse que fora expresso, na primeira vez, pelos Gregos Antigos. Pelo menos, desde o século XIV, a ideia da Terra plana era inexistente entre as pessoas instruídas – é claro que nem todos podiam ler e escrever. Essa é apenas uma das mentiras históricas que foram se prolongando ao longo dos séculos.

6 – Opressão das Mulheres

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As mulheres sofreram opressão patriarcal quase sempre, mas é um mito dizer que só isso acontecia a elas, durante a Idade Média. Nessa época, houveram mulheres que se destacaram por sua inteligência, astúcia e/ou capacidade de governar. Isso é claramente demonstrado pela história de Joana D’arc, a quem foi dado controle total do exército francês – e sua queda teria acontecido de qualquer maneira, mesmo que fosse homem.
Rainha Eleanor de Aquitânia reinou por duas vezes e possuía um território maior que o da França; a Rainha Elizabeth I, da Inglaterra, governou poderosamente por direito próprio. Muitas outras mulheres foram líderes de outras nações e, mesmo que seja verdade, que foram negadas pelo clero, mantiveram uma forte influência sobre os campos e cidades pequenas.
Além disso, as regras de cavalaria influenciaram para que as mulheres fossem tratadas com maior respeito (devemos lembrar que a relação de respeito era apenas com mulheres aristocráticas, camponesas e pobres não eram tratadas da mesma maneira). Certamente, nem todas as mulheres viram mudanças, mas é preciso esclarecer que a mulher não foi por completo oprimida.

5 – Foi uma época de grande violência

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Verdadeiro e falso. Não podemos esquecer que durante esse período houveram as Cruzadas, seguidas por invasões Islâmicas, Vikings e Cristãs, a Guerra dos Cem Anos entre Inglaterra e França – alguns historiadores igualam os séculos XIV e XX em quesito violência – mas certamente não duraram todos os mil anos. Haviam longos períodos de relativa paz, e a psicopatia geradora de assassinos em série ainda não existia; poderíamos dizer que até agora só dois assassinos em série, medievais, são conhecidos: a húngara Elizabeth Bathory e o francês Gilles de Rais.

4 – Os camponeses tinham uma vida difícil e estressante

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Em parte sim, não duvidemos de que os trabalhadores agrícolas sempre passaram por dificuldades mas, também, haviam muitas festividades – tanto religiosas quanto seculares – que envolviam danças, jogos, bebidas, torneios, e muitos ainda são bastante praticados como o Xadrez, Dados e a “Cabra-Cega”. Era uma oportunidade que as pessoas tinham para desfrutar e socializar.

3 – As casas tinham cobertura de palha e animais viviam nelas

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Não necessariamente. para começar, elas eram muito bem construídas e apertadas, ou seja, não eram usadas apenas palhas e varetas para cobrir as casas, também eram colocados de modo com que nenhum tipo de inseto ou qualquer outro animal pudesse entrar. E não apenas os pobres tinha casas assim, muitos castelos e grandes casas também ostentaram telhados de colmo, porque possuíam excelente acabamento. Ainda hoje existem algumas casas que utilizam esse tipo de material.

2 – Os pobres vivam perto da inanição

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Mais um daqueles mitos da Idade Média que juramos ser verdade. “Só que não”, a questão é que os camponeses, apesar de não terem sido proprietários de terras, tinham à sua disposição uma abundância de mingau e pão fresco, além de cerveja. Também tinham um variado menu de carnes secas ou curadas, queijos, frutas e verduras locais, assim como aves de curral, gansos, patos e pombos. Muitos eram apicultores, sendo assim, também tinham muitos frascos de mel à mesa.
Não apenas, se considerarmos o número de pessoas que viviam em propriedades relativamente pequenas, que havia prosperidade, não é tão descabido pensar que haviam alimentos suficientes. Claro que os ricos tinham acesso a outras variedades de carnes, como de vaca ou ovelha e que, provavelmente, seus pratos eram condimentados com outras espécies e especiarias, mais caras, mas os camponeses não morriam de fome.

1 – A pena de morte era comum

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Durante a Idade Média fora concebida a democracia moderna, não apenas, nesse momento surgira o sistema de júri, fazendo com que os julgamentos costumassem ser bastante justos. A pena de morte fora usada para crimes graves como: traição, assassinato e incêndios criminosos. Decapitações eram reservadas somente para o rico e nobre, e não eram públicas. O método mais comum para a execução de uma sentença de morte foi a forca.
Então pessoal, será que vocês sabiam que esses são mitos sobre a Idade Média? Concordam com as contra-versões? Conhecem mais algum que acreditam poder fazer parte dessa lista? Sugestões, dúvidas, correções? Não se esqueçam de comentar com a gente!

Como era a união homossexual na Idade Média?

Como era a união homossexual na Idade Média?

HISTÓRIA |  2 de agosto de 2016 por Mateus Graff
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O casamento entre dois homens era possível na Idade Média, e existia um nome específico para a união, que era adelfopoiesis. Em tese, uma união espiritual entre homens. O casamento homo afetivo já foi aceito e bem regulamentado pelos cristãos no passado, da para acreditar nisso? Durante a Idade Media aconteceu muito o tal do adelfopoiesis, que em grego significa “fazer irmãos”.
Em uma cerimônia religiosa na qual dois homens se uniam para criar uma convivência. O ritual não só permitia compartilhar o lar, mas também lhes dava direito á herança, em caso de morte de um dos dois, e de serem enterrados em um mesmo túmulo. Por incrível que pareça, a única coisa que não se podia fazer era sexo, embora alguns afirmem que a adelfopoiesis era uma maneira de encobrir os relacionamentos homossexuais.
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O ritual descrito pelo teólogo ortodoxo Pavel Florensky em seu livro “O pilar e o Fundamento da Verdade. Ensaio sobre a Teodiceia Ortodoxa em Doze Cartas”, onde ele explica que não era o amor erótico, mas sim a união de almas, uma união espiritual para melhor manter os ensinamentos de cristo em conjunto. Durante as cerimônias, eram recitados cânticos, textos, o casal era unido com um cinto e ocorria também uma troca de beijos entre os participantes.
A presença de um padre não era necessário, e em alguns casos, a cerimônia era evitada pelo casal, eles simplesmente juravam a união no altar e na porta da igreja anunciava para a comunidade a adelfopoiesis. Pelo fato dessa união permitir herdar a parte do outro e também ser enterrados juntos, a existência de um conjunto de túmulos medievais com dois nomes masculinos na Inglaterra e Irlanda podem ser explicados.
O historiador John Boswell encontrou no Vaticano cerca de 80 manuscritos originais da celebração de casamento de pessoas do mesmo sexo. Amparado por essa evidência, Boswell publicou um livro em 1994, um ano antes da sua morte por AIDS, chamado “Uniões do mesmo sexo na Europa pré-moderna”. Tendo como vista a visão atual da Igreja sobre o casamento gay, algumas pessoas afirmaram que a história de Boswell parecia ser falsa.
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Mas a verdade é que Boswell começou sua pesquisa ainda na década de 1970, e publicou um trabalho igualmente controverso em 1980, chamado “Cristianismo, Tolerância Social e Homossexualismo: Pessoas gays na Europa Ocidental a partir do início da era cristã para o século XIV”. Esse livro pode revelar muito do que tinha aprendido ao longo de uma vida de pesquisas em fontes primárias em bibliotecas e arquivos espalhados.
Mas agora como podem esses casamentos terem sido esquecido da história? O que sabemos até então, é que Boswell argumenta que a igreja reformulou a ideia do casamento no século 13 para fins de procriação. Acadêmicos e funcionários da igreja trabalharam duro para suprimir a história desses casamentos, a fim de justificar sua nova definição.
Boswell ainda firma que parte do problema é que a definição de casamento hoje é muito diferente, que é quase impossível para os historiadores reconhecer documentos de casamentos gays de 1800 anos atrás. Muitas vezes esses documentos referem-se a unir “irmãos”, que na época teria sido uma maneira de descrever parceiros do mesmo sexo, cujos estilos de vida eram tolerados em Roma.
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O jurista Richard Ante escreveu um artigo explicando que o livro de Boswell poderia até ser usado como evidência para a legalidade do casamento gay, uma vez que mostra a evidência de que as definições de casamento mudaram ao longo do tempo. Ele descreve algumas das evidências de Boswell desses ritos do mesmo sexo, no início do primeiro milênio: “O rito do enterro dada para Aquiles e Pátroclo, os dois homens, era o rito do enterro de um homem e sua esposa. As relações de Adriano e Antínomo, de Polyeuct e Nearchos, de Perpétua e Felicitas, e dos Santos Serge e Baco, são semelhantes aos casamentos heterossexuais de suas épocas. A iconografia de Serge e Baco foi a mesma usada em cerimônias nupciais do mesmo sexo pela Igreja cristã primitiva”.
Além disso, os casamentos mais de um milênio atrás não eram baseadas em procriação, mas na partilha de riqueza. Sendo assim, o “casamento” às vezes significava uma união não sexual de duas pessoas ou de famílias. Boswell admite que alguns dos documentos que encontrou poderiam referir-se simplesmente ao fato da união não sexual de dois homens, mas também referiu ao que hoje chamaríamos de casamento gay. Embora Boswell tenha morrido antes de seu país começar a permitir uniões entre homossexuais, ele poderia se vangloriar por saber algo que a maioria das pessoas não conhecia.
E aí amigos, acham que essa teoria de Boswell sobre o casamento gay na idade média por ser real? Comentem!

Conheça mais teorias que explicam a criação da nossa espécie:

Conheça mais teorias que explicam a criação da nossa espécie:

Os índios Makiritare

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Tendo sua origem na Venezuela, a teoria dos índios narra um deus contente, que dançava, cantava e sonhava em criar um ser para lhe fazer companhia. O primeiro homem e a primeira mulher, que estavam presos dentro de um ovo, ouviram os pensamentos do deus e também ansiaram nascer, pois o deus que ali estava era mais forte que a dúvida e o mistério. Com isso, o deus quebrou o ovo e nasceram os primeiros seres do mundo.

os Maias

Maias
Discordando da teoria criacionista que dita a criação da vida em 7 dias, os maias contam que o universo foi criado em 12 dias, tendo cada dia sido dedicado a criação de um elemento. O homem, por sua vez, ficou para o último dia. Assim dizem as escrituras: “Foi no décimo segundo dia que fez o vento. Soprou o vento e o chamou espírito, pois não havia morte dentro dele. No último dia molhou a terra e modelou um corpo como o nosso.”

Os Fulan

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A teoria criada na África dita que foi através de um alimento sagrado – o leite, que deu origem a vida. O deus africano, depois da criação do elemento sagrado, criou outros 5 elementos e então, a partir da junção deles criou o homem. O ser era perfeito e tinha tudo o que precisava para ser feliz, com isso, o homem começou a ficar orgulhoso e mesquinho. O deus insatisfeito com aquilo, criou meios para que sua criação se tornasse mais humilde, então foram criadas a seca, o sono, as preocupações e, por fim, a morte.

A água

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Estudiosos, 300 anos antes de Cristo, diziam e defendiam a ideia de que o universo teria se criado através das águas. Homero, um poeta da Grécia antiga dizia que o oceano era “a origem dos deuses e do ser humano”. Seguindo esse mesmo raciocínio, é possível encontrar na Bíblia trechos que concordam com a teoria do poeta: “No início, a terra estava vazia, as trevas cobriam o abismo e um sopro de Deus agitava a superfície das águas”.

Os egípcios

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Em um dos mitos dos egípcios conta que existia um deus hindu que vivia sobre as águas. Solitário e triste o deus desejava ter amigos para partilhar sua vida. Em um dia, de tanto ansiar por isso, do umbigo do deus nasceu um planta cheia de flores, dessas flores caíram sementes que germinaram e assim nasceram os homens.

A criação Mesopotâmica

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A história conta que existiam dois deuses, Apsu e Tiamat, que eram denominações para “água doce” e “água salgada”. Quando os deuses se encontraram, deram origem aos outros deuses, que deram origem aos outros, outros e assim por diante. Assim, com muitos deuses jovens brincando e bagunçando Apsu não conseguia dormir, e isso passou a deixá-lo zangado. Um dia, em pleno um ataque de fúria, Apsu decidiu matar todos os deuses, mesmo se Tiamat fosse contrária à ideia. Quando decidiu atacar foi surpreendido por Enki, um dos deuses jovens que conseguiu matar Apsu antes que ele acabasse com todos.
Tiamat, revoltada com a morte do marido, iniciou um confronto com os responsáveis por sua morte, e para isso, pediu a ajuda do monstro Kindu. Quando Enki soube da batalha desafiou Tiamat e disse que, se ele ganhasse a disputa se tornaria rei de todos os deuses. Ao fim da batalha, Enki venceu Tiamat e o monstro. Gozando do seu poder de rei, Enki partiu o corpo de Tiamat ao meio e com uma metade fez a Terra, e a outra o céu. Pegou também o corpo do monstro Kindu e com seu sangue misturado ao barro, criou o homem, para que pudesse servi-lo.

Se Adão e Eva foram os primeiros seres humanos, como o seu filho Caim se casou?

Se Adão e Eva foram os primeiros seres humanos, como o seu filho Caim se casou?

CURIOSIDADES | HISTÓRIA |  16 de setembro de 2015 por Fabiana Souza
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Aviso: Antes de ler essa matéria, lembre-se que ela não representa a opinião dos nossos autores/editores, não temos intenção em  ofender, desmerecer ou favorecer o criacionismo, essa matéria é apenas uma leitura com a intenção de levar aos nossos usuários uma informação que eles buscam diariamente. 
Desde os primórdios da humanidade o homem busca entender a sua história e o que deu início a tudo. Várias teorias surgiram através dessas dúvidas, cada uma com seu ponto de vista. Há teorias religiosas, científicas, místicas, extraterrestres, etc. Enfim, tudo para que o homem saiba como e de onde vieram seus ancestrais, para uma busca de identidade.
Uma das mais famosas e discutidas teorias são a da Criação, citada na bíblia e muito discutida entre cristãos e não-cristãos e da Evolução, defendida por estudiosos do campo da ciência. Existem inclusive, disputas e desentendimentos entre os adeptos de cada teoria, em busca de veracidade.
A teoria da Evolução (evolucionismo) prega a evolução natural das espécies por meio de seleção natural, tendo a genética como base para a herança biológica e a genética populacional. Já a teoria da criação (criacionismo), citada na Bíblia, diz que a humanidade, a vida, a Terra e o universo são a criação de um agente sobrenatural, no caso, Deus. Nessa teoria, todos nós seriamos fruto da união de Adão e Eva, criações divinas.
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Porém, muitas indagações são feitas a respeito de cada teoria, a mais frequente delas, sobre Adão e Eva, que de acordo com a Bíblia tiveram dois filhos, Caim e Abel, que deram origem as demais gerações. Contudo, muito se questiona sobre essas gerações, pois o trecho das escrituras fala que Caim se casou, mas não fala que mulher teria sido sua esposa.
Averiguando as escrituras, é possível notar que não são mencionados o nome e nem a procedência dessa mulher, porém, em Gêneses, antes do casamento de Caim, é citado o terceiro filho de Adão, Sete, que cumprindo a premissa “Frutificai-vos e multiplicai-vos …” (Gen. 1:28) já havia gerado vários filhos e filhas. Sem muita riqueza de detalhes, teria sido com uma dessas filhas de Sete que Caim havia se casado.
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Em Gêneses também é citado que Adão teria tido seu terceiro filho, Sete, já aos 130 anos, e que, seguindo essa linha de raciocínio já haviam muito mais do que apenas 5 pessoas na Terra. Tendo assim, outras mulheres além de Eva. Há ainda estudiosos das escrituras que afirmam que no período de 300 anos o número de filhos de Adão já ultrapassava 50.  Contudo, as explicações são vagas sobre como essas outras famílias passaram a habitar o planeta.
Conheça mais teorias que explicam a criação da nossa espécie: